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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Bagagem, Conhecimento ou Currículo? #tudojunto




Uma questão importante é tratada neste artigo da revista Valor Econômico, principalmente em se tratando de arquivologia. Na nossa área, é difícil encontrar um MBA, Pós, enfim, algo que complemente inteiramente nossa graduação. As empresas que têm oportunidades de estágios, em raras situações, aproveitam o pessoal e efetivam.


Certas empresas fazem questão de certas graduações para certos cargos, independentemente de MBA ou experiência. Acho tudo isso muito relativo. A que se levar em consideração uma série de fatores. E, para não arriscar, ter conhecimento, QI, bagagem, estudar bastante e andar com um trevo de quatro folhas ajuda bastante!!!!



Experiência vale mais que MBA no currículo
Por Vívian Soares | De São Paulo



Sandra Gioffi, sócia-diretora da Accenture, diz que o fato de o profissional ter cursado um MBA não é um diferencial. "É preciso ter bagagem e maturidade."



Ter um MBA no currículo pode não ser tão importante para o sucesso profissional quanto se imagina. A marca, que conquistou o mercado executivo nas últimas décadas, vem tendo seu valor questionado por gestores de RH e headhunters. À exceção dos programas que lideram os rankings mundiais como Stanford, Wharton, Harvard e Sloan, os cursos não são considerados essenciais no mundo corporativo, que dá cada vez mais importância para fatores como perfil comportamental e experiência.

"O MBA sofreu um processo de 'comoditização'", afirma Fernando Góes, sócio-diretor da Havik Consulting. Carlos Eduardo Altona, sócio da empresa de recrutamento Exec, concorda: "Isoladamente, não é mais um diferencial competitivo". Segundo ele, as companhias têm se tornado mais criteriosas ao considerar a especialização em negócios como um destaque no currículo.

É o caso do grupo Algar, que reúne 12 empresas e 20 mil funcionários. De acordo com o vice-presidente corporativo de talentos humanos, Cícero Penha, o curso é avaliado em segundo plano na seleção de líderes. "Nunca perguntei em uma entrevista se o candidato tinha MBA", revela. Penha afirma, inclusive, que a maioria dos altos executivos do grupo não tem o curso. "São profissionais que têm o MBA da experiência, do relacionamento e também do plano de formação interno da companhia", compara. O próprio grupo Algar promove cursos de MBA in company e financia parte da qualificação executiva de alguns profissionais, mas a formação não abre portas para uma promoção ou um reconhecimento destacado na companhia. "No dia a dia, é mais importante observar questões como capacidade de resolução de problemas, de negociação e de relacionamento".

O mesmo vale para a consultoria Accenture, onde o título não garante vantagens. "Na hora de promover, a empresa valoriza quem entrega resultados e tem potencial", afirma Sandra Gioffi, sócia-diretora da prática de talento organizacional para a América Latina. Ela explica que o MBA pode ser visto como um diferencial durante o recrutamento, desde que o candidato tenha um bom desempenho em outros quesitos - principalmente em perfil comportamental. No entanto, Sandra ressalta que ter o curso no currículo é um bom sinal. "Mostra que a pessoa se preocupa em melhorar e desenvolver a carreira", justifica.

A sócia-diretora diz que os jovens ficam ansiosos para iniciar um MBA e o fazem cedo demais, sem terem consciência da real utilidade do programa. "Só o título não quer dizer muita coisa. É preciso ter também bagagem e maturidade", diz.

"A percepção de que o MBA vai projetar a carreira e valorizar o profissional é falsa. É um equívoco acreditar que esse investimento traz retorno garantido", afirma Altona, da Exec. Ele diz que é comum receber candidatos recém-saídos de programas de educação executiva convencidos de que receberão salários de 30% a 40% maiores.

As expectativas são ainda mais altas quando o MBA é feito no exterior, pois exige afastamento do profissional por algum tempo do mercado. "Eles voltam com a autoestima elevada e com grandes aspirações. Afinal, investiram muito dinheiro na qualificação", afirma Carlos Eduardo Ribeiro Dias, CEO da consultoria Asap.

Ainda assim, os cursos oferecidos pelas escolas de primeira linha conservam intacta a sua reputação com o mercado. Dias ressalta que um profissional que estudou em uma das melhores do mundo sempre vai ser muito bem visto. Nesse ponto, os headhunters são unânimes: as instituições que conquistaram o topo dos principais rankings de MBA ainda são a menina dos olhos das empresas. Na Johnson & Johnson, elas são prioritárias no programa de recrutamento. "Buscamos como primeira opção os formados nas instituições mais reconhecidas", afirma a gerente regional de recrutamento universitário para a América Latina, Beatriz Pires.

O motivo dessa preferência não está relacionado somente ao nome célebre de escolas, mas também ao processo seletivo rigoroso dessas universidades, que acaba reunindo apenas os melhores. "Elas fazem uma análise de alto nível da carreira e do currículo dos candidatos", afirmaDias, da Asap. "O histórico dos alunos têm um peso muito grandes nessas escolas", diz Beatriz, da Johnson & Johnson.

Programas internacionais que não ocupam os primeiros lugares dos rankings também chamam a atenção dos recrutadores, mas por motivos diferentes dos estritamente acadêmicos. Isso porque eles aliam o aprendizado formal a outras questões importantes para a carreira como vivência no exterior e aperfeiçoamento do idioma. Mesmo assim, não predominam sobre variáveis como experiência, realizações profissionais e questões comportamentais. "Muitos dos programas executivos estão defasados e não acompanharam os desafios profissionais dos últimos anos", afirma Góes, da Havik. "Atualmente é fácil colocar um curso no currículo. O fundamental, porém, é desenvolver o lado comportamental e adquirir experiência profissional", afirma Sandra, da Accenture.

Em: http://www.valor.com.br/carreira/2527422/experiencia-vale-mais-que-mba-no-curriculo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Quanto mais eu procuro, mais eu acho, mais eu quero...


Pós-Graduação em Gestão da Segurança da Informação

A Universidade Gama Filho está oferecendo o curso de Pós-Graduação em Gestão da Segurança da Informação. O curso possui carga horária de 360 horas.


Público-Alvo: Profissionais de Nível Superior, das áreas de Tecnologia da Informação, Ciência da Informação, Redes de Computadores, Administração de Empresas e de carreiras correlatas, que desejem obter conhecimentos atualizados sobre os processos envolvidos com a Segurança da Informação. Indicado para reciclagem profissional ou obtenção de nova posição profissional, a partir da revisão das práticas atuais da Segurança da Informação.

Disciplinas/Conteúdo
- Classificação da Informação
- Forense Computacional
- Fundamentos de Seg. da Informação
- Fundamentos de Criptografia
- Gestão de Projetos
- Gestão de Riscos
- Governança da Segurança da Informação
- Infra-Estrutura de Seg. da Informação
- Metodologia da Pesquisa
- Normas e Legislação Aplicada
- Política de Segurança da Informação
- Segurança Corporativa
- Segurança de Aplicações
- Segurança em Dispositivos Móveis
- Segurança de Redes e Conectividade
- Seminários

O Investimento inclui uma taxa de inscrição + matrícula + mensalidade (em 18 ou 24 vezes).
As inscrições já podem ser feitas.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Me formei...e agora?

     Me formei em dezembro de 2009. Enquanto eu estudava, pensava: "caracaaaa, vou fazer vários cursos, Pós, Mestrado, Doutorado..." hein? Se situa pessoa! Calma!
     Não faca uma Pós por fazer, jamais! Você precisa de qualificações, sim, o mercado exige. Mas procure sempre algo que vá agregar a sua formação. A arquivologia precisa disso, cursos mais específicos para a área.           Eu já vi uma Pós de GED, por exemplo. Excelente, já que encontramos cursos de GED, mas são muito blá blá blá. Ué, eu pensei que GED foi algo mais prático né, por que não há um curso prático? Quero ver algo acontecer. Ouvir eu já ouvi e muito na Universidade.
     Eu estou terminando minha primeira Pós, Estratégia Empresarial e Inteligência Competitiva, e já vou começar a segunda. Meu trabalho final tem o objetivo de apresentar os benefícios da arquivologia e do profissional da informação no Ciclo de Inteligência. E a próxima Pós será voltada para TI, mas esse será um assunto para um próximo post.
     Por enquanto, quero apenas plantar a sementinha na cabeça de vocês. É fundamental se qualificar cada vez mais, não parar de estudar, não só porque o mercado exige profissionais altamente qualificados, mas porque conhecimento nunca é demais. Mas analise bem as opções para não se arrepender depois, Ok?! Afinal, esta qualificacão irá te acompanhar para sempre! #ficaadica